Diagnóstico de Inteligência Artificial para PME

Onde é que a inteligência artificial vale dinheiro na sua empresa. E onde não vale.

Medimos a preparação da empresa, calculamos o retorno de cada oportunidade e construímos o que ficar em primeiro lugar. Vinte e cinco anos dentro de fábricas, com uma equipa de software à medida na mesma mesa.

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Índice de Preparação
EstratégiaCulturaDadosSegurançaTecnologiaProcessos
01 · O Problema

O problema não é falta de ferramentas. É falta de critério.

NasPMEportuguesasadecisãosobreinteligênciaartificialestáasertomadaporquemvendesoftware.Deveriasertomadaporquemconheceonegócio.Semprioridadesclarasesemmediçãonoterreno,oinvestimentotransforma-seemdespesaeaconcorrênciaavançacomcritério.
01

Investimento sem retorno medido

Compram-se licenças e módulos que ninguém usa ao fim de três meses, porque o problema que iam resolver nunca foi bem definido.

02

Automatizar a desordem

Um processo mau automatizado continua mau, só que mais depressa e com menos gente a perceber onde falhou.

03

Paralisia por excesso de ruído

Fala-se de tudo ao mesmo tempo. Sem prioridades e sem números, a decisão adia-se e a concorrência avança.

02 · Diagnóstico

Comece por saber onde está

Seis perguntas, uma por cada área da empresa. No fim tem um índice de preparação, o perfil por área e a leitura do ponto mais fraco.

Pergunta 1 de 6Estratégia

Existe alguma decisão tomada sobre onde a inteligência artificial pode ajudar a empresa?

Escolha a opção mais próxima da realidade
03 · Método

As quatro fases do O4, aplicadas à inteligência artificial

O método não é novo nem foi inventado para este tema. É o mesmo que está no livro Otimizar Processos e que já correu dezenas de fábricas: observar, organizar, operacionalizar, otimizar.

  1. 01

    Observar

    Dias no terreno com quem faz o trabalho. Mapeamento dos processos reais, entrevistas às funções-chave e medição do tempo gasto em tarefas repetitivas. O que interessa é o trabalho como acontece, não como está escrito no procedimento.

  2. 02

    Organizar

    Arrumar antes de automatizar. Processos clarificados, informação acessível e oportunidades ordenadas por retorno: horas por mês, custo dessas horas e parte automatizável. Um processo confuso automatizado continua confuso, só que mais depressa.

  3. 03

    Operacionalizar

    Pôr a funcionar no dia-a-dia. Começamos pelos ganhos visíveis a trinta dias e formamos quem vai usar. Aqui não há passagem de testemunho: quem desenhou a solução e quem a constrói são a mesma equipa.

  4. 04

    Otimizar

    Medir o que ficou a funcionar, corrigir o que não pegou e alargar ao resto da empresa. Plano com marcos aos 90, 180 e 365 dias e nova medição do índice de preparação ao fim de um ano.

04 · Entregáveis

O que fica na sua mão no fim

Um documento de decisão para a gerência, não um relatório técnico para informáticos.

01

Índice de preparação

Pontuação nas seis áreas, com comparação face a empresas do mesmo setor e dimensão.

02

Mapa de processos

Como o trabalho acontece hoje, incluindo o que não está em nenhum procedimento.

03

Oportunidades priorizadas

Até vinte oportunidades ordenadas por retorno, cada uma com horas, custo e esforço estimados.

04

Ganhos rápidos

As ações executáveis em trinta dias, com responsável e resultado esperado.

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Plano a doze meses

Sequência de implementação com marcos, dependências e investimento por fase.

06

Estimativa de retorno

Poupança anual esperada e prazo de recuperação do investimento, por oportunidade.

06 · QUEM FAZ

Duas casas que normalmente não se falam

Na maioria dos projetos há um consultor a dizer o que fazer e uma empresa de informática a dizer que não dá. O cliente fica no meio a arbitrar, e o projeto morre nessa distância. A optimAIze existe porque juntámos os dois lados antes de chegar ao cliente.

De um lado, vinte e cinco anos a tirar desperdício de dentro de fábricas do Norte de Portugal. Do outro, uma equipa que constrói software à medida para gestão industrial e automação. O diagnóstico é feito por quem conhece o chão de fábrica e validado por quem vai ter de construir a solução.

E vale a pena dizer o que isto não é: uma máquina de vender software. Boa parte das oportunidades que encontramos resolve-se a mudar a forma de trabalhar, a usar melhor o sistema que já existe ou com uma ferramenta que se compra pronta. Isso vai escrito no relatório, com o mesmo destaque do resto.

PROCESSOS
WeOptimize — Eurico Fertuzinhos, mais de 25 anos em otimização de processos industriais
SOFTWARE
SetupTech — software à medida, gestão industrial, ERP e MES, automação
LIVROS
Otimizar Processos e Eficiência Empresarial, de Eurico Fertuzinhos
MÉTODO
O4, do livro Otimizar Processos: observar, organizar, operacionalizar, otimizar
TERRENO
PME industriais do Norte de Portugal